Atrasado mas valendo: um conto de terror (real) para o Halloween

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Você acredita em boa noite cinderela? Não? Acha que é creepypasta ou lenda urbana? Então deixa eu te contar o que aconteceu comigo anos atrás.

Eu fui para uma boate com 4 ou 5 amigas com quem falava na época. Estava tudo ótimo, pedimos nossas caipivodkas e fomos para a sala principal da casa de festa.

E depois disso… não lembro muito bem do resto da noite. Sei que cantei Aladdin (nem sei nenhuma música do Aladdin, aparentemente meu inconsciente sabe e cantou por mim) e depois de sei lá quanto tempo voltei para a área do bar, onde vi todas as meninas sentadas em uma das mesas, duas delas completamente apagadas. Apesar de não lembrar de muita coisa, parece que apenas eu dancei (sozinha, pelo que parece), enquanto elas caíram. E eu nem sequer me dei conta disso por um tempo, ao que parece.

Creio que eu fui a única a me manter em pé pois além de estar dançando, eu também usava remédios para dormir na época (não usei naquela noite, obviamente), o que provavelmente me deu resistência à sei lá o que que fizeram com a bebida de todas nós.

Carreguei as meninas para o banheiro. Umas vomitaram, e todas lavaram o rosto, bem grogues. Eu cuidei delas, pois estava bem. Uma delas até chegou a cair no chão. Depois de nos recompormos razoavelmente, fomos procurar nossos bens, e percebi que não perdi minha identidade, mas meu celular tinha sumido, assim como o celular de outra amiga e dinheiro de algumas. Fomos roubadas. Obviamente nossos bens são tinham sido apenas perdidos. Alguém mal-intencionado nos drogou com o propósito de nos roubar – ou fazer algo pior.

Depois de todo o ocorrido, pedimos para a casa de festas nos passar as gravações de segurança, o que obviamente acabou não dando em nada. Nada. Ninguém descobriu o que aconteceu, nem como aconteceu. Ninguém achou nossos bens também. E ninguém conseguiu entender como drogaram 5 ou 6 garotas de uma vez só. Nenhuma de nós foi inocente de deixar a bebida dando sopa para alguém colocar um remédio; muito menos TODAS nós. As chances disso acontecer são bem poucas, não acha? Pois é. Mas isso foi um mistério que nunca foi nem nunca será desvendado. Todas ficamos bem no final, mas a história poderia muito bem ter tomado um rumo bem mais macabro.

A questão aqui é: boa noite cinderela existe sim. E ocorreu em uma boate de classe média. E essa lição que quero passar não é só para boate não. Cuidado quando encontrar aquele carinha do aplicativo num restaurante ou bar também. Aliás, acho que essa é a maneira mais fácil de drogar alguém: você pede o seu drink num restaurante com o seu date, fica apertada, e vai fazer o quê? Levar o copo de vidro pro banheiro? Não vai. Vai deixar lá na mesa. Então, sempre termine a sua bebida antes de largá-la nas mãos de estranhos. Não dê mole. Se já é difícil acreditar em amigos hoje em dia, imagina em desconhecidos. Todo o cuidado é pouco.

Aproveita e assiste o vídeo de dicas de segurança! E não se esqueça de se inscrever no canal 😉

Beijos, e até a próxima 😉
Paula
Paula Explica

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Síndrome de Takotsubo, casais velhinhos… e o meu cão

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Se lembra que um dia eu mencionei lá no canal sobre a Síndrome de Takotsubo? É uma síndrome que imita os sintomas de um ataque cardíaco e que pode acontecer quando estamos passando por problemas difíceis na vida, incluindo a perda de alguém querido ou um término de relacionamento.

Os sintomas são tão parecidos com os de um ataque cardíaco que é estimado que 5% das mulheres que são diagnosticadas com um ataque real estejam sofrendo na verdade de Cardiomiopatia Induzida por Estresse, outro nome da síndrome. É difícil de distinguir os dois até mesmo no eletrocardiograma. A diferença concreta que se encontra é que a artéria coronária de quem sofre um ataque está bloqueada, enquanto uma pessoa com Síndrome de Takotsubo está limpa.

Bom, melhor pra esses 5%, né?

Sim e não. Ok, mais pro sim do que pro não.

O problema é que, quando falamos a palavra “imita” aqui, dá-se a impressão de que está tudo bem, e que não é algo sério. Mas a verdade é que é sério sim, e a síndrome pode causar danos permanentes no coração, como perda irreparável no músculo. Não sou cardiologista, então não vou entrar em detalhes aqui sobre tudo isso.

-Isso não significa que você pode chantagear seu namorado quando vocês brigarem, dizendo que vai morrer sem ele, ok? Já fica de aviso.-

De qualquer forma…

E o que os velhinhos têm a ver com isso?

Bom aí é que está: quem nunca ouviu histórias sobre casais que estavam juntos por muitos anos, e, assim que um deles morre, o outro morre logo depois? Muitos dizem que esse parceiro que morre depois “morre de tristeza”. Ligou os pontos? Pois é. Aliás, as pessoas têm 21 vezes mais chances de ter um ataque cardíaco nas primeiras 24 horas após o falecimento do seu parceiro. Esse risco vai gradualmente diminuindo durante os próximos meses. Vejam como a perda de uma pessoa pode afetar a gente…

Tá, e o seu cão?

Eu decidi escrever esse artigo por causa uma notícia sobre uma mulher que sofreu a síndrome recentemente por causa do falecimento de seu cão. Curiosamente, o cãozinho dela também era um yorkie, como o meu.

Honey, o meu bebê, faleceu em julho desse ano. Eu nunca senti um baque tão forte na minha vida, e definitivamente senti um aperto (físico) no peito. Se não fosse pelo meu namorado estar aqui comigo no dia, teria ficado no fundo do poço. Demorei horas para levantar da cama mesmo com ele aqui. Não estou dizendo que sofri da tal síndrome, mas senti um enorme estresse na época. Ainda hoje meu peito aperta ao pensar no pequenino e em como eu nunca mais vou poder enchê-lo de beijos e deixá-lo todo cagado de batom vermelho como eu fazia quase todos os dias.

Enfim…

Sim, esse post foi meio xoxo, mas é só pra mostrar como sentimentos e como o estresse da perda de alguém (seja por um divórcio ou por um falecimento, ambos são perdas) podem afetar a gente, a ponto de trazer danos físicos (possivelmente) irrecuperáveis.

E o que fazer se você está se sentindo mal depois de um término/ divórcio?

O tratamento para a síndrome é repouso hospitalar e beta-bloqueadores. No entanto, espero que você não chegue a ter um problema tão sério assim. O melhor tratamento para alguém que está sofrendo com um término é o que eu falei no post passado: apoio de amigos próximos e família, além de terapia.

Ps: Pelo menos os últimos dias de Honey foram super felizes com a presença do pai dele aqui, e ele nunca teve nenhum problema sério antes de sua parada cardíaca. Vou te amar para sempre, Honeyzão. A gente sente a sua falta.

Vai lá ver o vídeo sobre o amor 🙂

Beijos e até a próxima!
Paula
Paula Explica

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Deletar ou não deletar? Eis a questão

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Por mais que as pessoas não queiram admitir, a maioria dos términos acaba de uma forma ruim. Em 99% deles alguém vai sofrer, e esse 1% restante são os términos mútuos, onde ambas as partes do relacionamento decidem cortar os laços. Hoje não vamos falar dos términos mútuos, mas sim da maioria – mais especificamente, da parte dessa maioria que levou o chute na bunda.

Depois da criação do Facebook (seguida por outras plataformas), términos definitivamente ficaram mais difíceis. Antigamente, ao terminar, você só tinha de se livrar de um número no seu celular (ou caderninho, pros mais antigos) e talvez devolver umas roupas. Agora, existem milhares redes sociais te mandando informação sobre seu ex o tempo inteiro, sem você nem ao menos procurar. Mas, sejamos honestos aqui: a maioria de nós já procurou, só pra dar de cara com algo que não queria encontrar.

Para algumas pessoas, o termo procurar pode ser ameno demais. Se você vai no perfil de todos os amigos e amigas dele (ou dela, tanto faz, não vou ficar alterando o tempo todo, dá preguiça; vale pros dois) para saber com quem o seu ex anda, você sabe que você tem um problema. Se você se pega vendo o whatsapp a cada minuto para ver se ele está online e mandando mensagem para alguém (que não é você), você sabe que você tem um problema. Calma, esses comportamentos não são tão raros quanto você pensa, mas isso não significa que eles são certos, e também não significa que estes te fazem bem.

Então, se você se encontra nessa situação, eis umas sugestões:

Se for apenas no FB, e você não quiser deletar o ex, dá unfollow (isto é, deixa de seguir). Você continua “amiga”, porém deixa de receber notificações do “amigo”. Resolveu seus problemas? Se sim, parabéns pelo seu auto-controle. Se não, prossiga…

Delete o ex. Sim, delete de tudo, deleta do whatsapp, deleta do FB e dos outros dez mil apps. Sério, corta o vínculo. Se você está gastando horas do seu dia espiando a criatura, deleta. Se precisar, bloqueie. Qualquer coisa que faça você cortar o vínculo e parar com o hábito tóxico de ficar procurando informação dele. Ninguém vai te julgar por isso, e, caso julgarem, seja quem for, lembre-se que eles que estão errados por não estarem respeitando os seus sentimentos.

Ele possui muitos amigos em comum com você e bloqueá-lo não seria uma solução suficiente porque a informação que chega é REALMENTE fora do seu controle? Que tal dar um tempo nas redes sociais? Dá uma pausa mesmo. Um término já dói o suficiente sem as informações do seu ex. Você tem o direito de só manter contato com pessoas próximas e que te entendam. É um momento difícil, e você precisa de um ambiente sadio.

Lembre-se: Seu ex pode ser uma pessoa legal, e o término pode ter acontecido por um motivo válido – aliás, se ele for escroto faça o favor de deletar logo, você não precisava nem estar aqui lendo isso. O fato é, ser “amiga” de um ex enquanto você ainda gosta dele só cria falsas esperanças e gera essa paranóia tóxica. Você precisa de espaço para esquecer, para “curar”. Se essa pessoa realmente valer a sua amizade, você sempre pode voltar depois que as emoções passarem. Talvez, quando você já estiver bem, veja que a amizade nem vale a pena. Honestamente, não tem como prever o futuro. O importante é o agora: foque em você e no seu bem estar.

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Manspreading?!

Sabe, faz um tempo que essa palavra está me cutucando, mas agora encheu o saco. Faz pouco tempo que os metrôs de NYC começaram com uma campanha contra o  “manspreading”, e eu tô ficando irritada com a vitimização. Considerando que o conceito está chegando aqui, vale a pena falar sobre isso.

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(Fonte: bretcontreras.com)

Primeiramente, você sabia que os ossos dos quadris dos homens são relativamente menores do que o das mulheres? Bom, faz sentido, né? Mulheres podem engravidar, e o bebê precisa sair de alguma forma. Pois bem, essa diferença – mostrada na imagem acima- acaba resultando em um menor espaço (ou menor ângulo Q) entre as pernas dos homens – e lembre-se que eles carregam uma coisa que nós não possuímos:

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(Fonte: globo.com)

Ok, tendo isso por dito, as senhoras que possuem coxas grossas vão entender aqui: sabe quando você roça e roça e roça suas coxas ao andar, e elas ficam aquela maravilha, quase carne viva? Para piorar, vamos imaginar essa situação no verão, aquelas gotinhas caindo na parte interna das coxas… delícia né? Agora, imagina se você tivesse os bate-bates no meio das pernas? Imagina tudo aquilo suado e grudando entre as suas coxas. Já começou a se estremecer de horror? Obviamente, a situação é pior para homens que têm um pouquinho mais de peso, assim como a situação das coxas nas mulheres. Quando a gente senta, a coxa não deita um pouquinho no assento? O mesmo acontece com os homens. Agora, imagina a parte dos bate-bates.

Obviamente, não estou dando desculpas para ninguém fazer isso:
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Aliás, bela performance desse cara aqui em cima, deve ser bailarino.

Mas sério agora: existe um motivo para os homens sentarem com as pernas um pouco mais abertas. Claro, isso não significa que eles têm direito de tirar o seu lugar ou de te espremer. O seu canto é o seu canto, você tem direito de pedir seu espaço. Mas sabe de uma coisa? Às vezes a gente não percebe que está ocupando o espaço do outro. Acho que uma falta de comunicação está se espalhando, e que um simples olhar ou pedido para sentar resolveria. A gente realmente têm que culpabilizar os homens e sua “vontade de dominar tudo”? Claro que vão existir babacas que vão fazer cara feia ou vão fingir que você não existe. Sempre existirão. E, outra coisa: sempre existirão mulheres que põem sacolas nos assentos também – E QUE NÃO TIRAM QUANDO ALGUÉM QUER SENTAR.
Não tô vendo muita gente reclamando disso…

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(Fonte: the Sun)

É legal que tem gente que só vê um lado né? Um peso, duas medidas.

Bom, então se os homens têm vontade de dominar o território, nós mulheres também temos nossos problemas com isso. Deve ser nosso instinto… humano. Ah, outra coisa… Já que estou falando disso, vale lembrar que certas mulheres também são adoráveis não somente sentadas ocupando dois assentos, mas também andando por aí com sacolas e bolsas, batendo nos outros. Só semana passada levei uma sacolada que achei que fosse ficar com roxo no braço, e a mulher nem pra olhar pra minha cara e pedir desculpas – e sim, pelas leis da física, ela obviamente sabia que esbarrou em mim.

Vamos parar com a guerra dos sexos e nos comunicar um pouquinho mais? O homem que está com a perna aberta pode estar desligado da vida e pode não ter notado que alguém queria se sentar. Ao invés de ir direto pro Facebook (o Reclame Aqui social, aparentemente), primeiro tente se comunicar com o indivíduo. Isso não somente lhe ajudará naquele momento, mas também conscientiza a pessoa com quem você está falando. Nas próximas vezes que ele/ela se sentar em algum lugar, talvez abra menos as pernas, ou as feche quando alguém chegar perto – ou, talvez, quem sabe, tire a sacola do assento.

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Ps: Pelo menos até agora só levei sacolada de mulher. Graças.

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Paixão e Amor

Já foi ver o vídeo?

😉

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Casando sozinha?

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E eu pensando que não poderia ficar pior que os bolos de divórcio… Que, aliás, vou discutir no canal, mas vamos pras fofocas atuais hoje.

Faz pouco tempo que a italiana Laura Mesi casou… consigo mesma.

É.

Isso viralizou na internet, uns adorando, outros ridicularizando. Eu? Vou problematizar, claro.

A moça prometeu a si mesma que se não se casasse até os 40 anos, ela se casaria consigo mesma. Vi fotos da noiva emocionada pela celebração (que custou cerca de R$40 mil, por falar nisso), chorando e cortando o bolo gigantesco, curiosamente decorado com flores pretas. O casamento foi todo branco, com flores pretas. Hm…

Primeiramente, gostaria de mostrar como o casamento muitas vezes é visto mais como a cerimônia em si do que a união de duas pessoas que se amam. Quantas meninas sonham em se casar, sem nem ao menos ter um namorado? Para muitos, é tipo aquela festinha de 15 anos, só que para adultos – geralmente para a noiva, mais especificamente.

A gente pode ver isso claramente nesse bolo aqui, de um outro casamento:

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(Este pobre rapaz mal sabe o que lhe espera…)

Além da “vulgarização” do casamento, existe ainda essa nova mania de gritar que é solteira, a ponto de se casar sozinha.

Olha, eu sou casada comigo, sempre fui. Ok, talvez nem sempre, mas hoje sou. Não preciso gastar uma fortuna numa festa para dizer que estou feliz comigo mesma. Faço isso todos os dias, estando confortável no meu corpo, ou tomando um café e lendo um livro. Bodas? Meu aniversário. Também não preciso ficar mostrando o quão sou feliz e o quão aproveito a vida nas mídias sociais, fica a dica para você leitor pensar sobre esse assunto.

Não sou contra quem quer viver a vida de solteiro(a), apesar de eu estar em outro momento e ajudar pessoas que estão em um outro momento também. Quer poliamori ou vida de solteiro? Simples, procure aguém que dê dicas sobre isso – não tem nada de errado em nenhuma das opções, desde que ninguém esteja sendo enganado. A questão é que casamento é a celebração da união de duas pessoas, e jogar o conceito principal pro ar é desvalorizar essa cerimônia. Tem gente que quer casar, tem gente que não quer. Estamos em 2017 e ninguém precisa casar. A senhora (não mais senhorita) Mesi não está em 1930 lutando contra as normas sociais. Isso não é um ato simbólico de liberdade, especialmente na Europa. Isso é um ato de narcisismo e de desilusão. Para quê tanta atenção e investimento financeiro nessa palhaçada? Se a senhora (Mesi-Mesi?) gostasse mesmo de si mesma, ela não gastaria todo esse dinheiro em uma festa para mostrar o quanto ela está feliz sozinha. Ela gastaria viajando solo ou tomando seu café e comendo um croissant nas ruas de Paris. Eu mencionei que ela terminou um relacionamento logo antes dos 40? Pois é.

“Ah, mas e o patriarcado…” – Patriarcado my butt (porque minha bunda ficaria feio). Ninguém mais precisa se casar, ninguém mais precisa morar junto. Ninguém mais (por aqui) precisa ter alianças. Parem de lutar por questões já resolvidas no Brasil e no mundo ocidental em geral, e vão lutar e se expressar contra questões reais. Tem gente que quer se casar pelo amor, para celebrar a união, e não há nada de errado nisso. Não há nada de errado em possuir uma aliança, assim como não há nada de errado em NÃO casar e em NÃO possuir aliança.

Mas, por outro lado, parabéns pela senhora Messi² por duas coisas: pelo ato que gerou publicidade suficiente para parar nas páginas do DailyMail (porque nem todo mundo consegue isso né? virou celebridade) e por gerar emprego para confeiteiros, DJs, decoradores e cerimonialistas. Quase tudo na vida tem um lado bom.

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Você vai ser descoberto

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Dizem que por aí que não importa o quão bem você esconda uma traição, ela sempre será descoberta – pode até demorar, mas ela será descoberta. A gente não tem como ter dados estatísticos precisos disso, mas é fato: boa parte das traições são descobertas.

As más notícias vêm de milhares cores e formas para o traído: por algum conhecido que viu a fulana ou o fulano de mão dada no metrô com outro, por mensagem da pessoa com quem o cara-de-pau está traindo, por fotos aleatórias de boates, por fios de cabelos que não batem com o seu cabelo ou com o do parceiro, por papagaios…

Por papagaios?

Sim, por papagaios. Foi por isso que decidi escrever esse texto. Obviamente, sou contra a traição, e nunca diria “não faça, porque você vai ser descoberto”. É muito mais do que isso, né? É muito mais você ser um filho da mãe que não sabe esconder as evidências – é a quebra de confiança, do respeito, do seu voto com o seu parceiro ou parceira. Enfim, a gente discute isso em um Paula Explica um outro dia.

Voltando aos papagaios…

Li em uma notícia que uma mulher no Kuwait descobriu a traição de seu marido com a faxineira pelas frases indecentes que o papagaio começou a falar. Coitada da mulher que foi traída, mas é uma forma tão peculiar de receber a notícia que eu tive de rir ao ler, e, ao mesmo tempo, pensar “é mesmo, a traição sempre é descoberta”. O castigo pode vir a cavalo, mas a traição pode vir a papagaio.

E não foi a primeira vez que isso aconteceu não! Em 2006 houve um relato bem semelhante, porém na Inglaterra: Chris Taylor descobriu que sua namorada Suzy Collins estava tendo um caso com um colega de trabalho chamado Gary por causa do papagaio também. “I love you Gary”, disse a ave, para seu dono – que obviamente não se chama Gary.

Ironia da vida? Karma? Não sei. Só sei que cada vez mais acredito que a maioria das traições vêm à tona sim, mesmo que seja por um papagaio, tendo ele noção do peso das palavras repetidas ou não.

Não esqueça de se increver no canal, e se quiser mandar uma pergunta ou uma história: contatopaulaexplica@gmail.com

Fui 😉

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